Friday, December 12, 2008

O nosso nome em KataKana

Viva,

Na sequência da encomenda de um dogi e de ver o meu nome escrito em japonês, fiquei com a curiosidade e decidi procurar na NET por conversores de nomes para japonês

Encontrei o seguinte em http://www.japanese-name-translation.com/



First name
Last name





Tem som e tudo.


Vejam também o site http://www.aprendendojapones.com/

Até breve.

Diogo

Thursday, October 30, 2008

Remove apostrophe from excel

Já alguma vez pensaram em como resolver a "Plica" do excel?

Eis uma macro que faz isso :-), emprestada de um outro site e corrigida

Option Explicit
Sub testeme_Click()

Dim myRng As Range
Dim myCell As Range

Set myRng = Nothing
On Error Resume Next
Set myRng = Intersect(Selection, _
Selection.Cells.SpecialCells(xlCellTypeConstants))
On Error GoTo 0

If myRng Is Nothing Then
MsgBox "No constants in selection!"
Exit Sub
End If

For Each myCell In myRng.Cells
If myCell.PrefixCharacter = "'" Then
myCell.Value = "" & myCell.Text
End If
Next myCell

End Sub


Há muito que não colocava algo aqui, e isto parece-me bem :-)

Adeus cibernautas

Monday, August 18, 2008

Duvizas

Já alguma vez acordaram cheios de certezas e chegaram ao fim do dia sem as mesmas? Talvez a pergunta será, donde vieram essas certezas? Que pensamentos, que sonhos as trouxeram?

Será que por vezes somos bombardeados com pensamentos que vão contra os nossos sonhos?Já alguma vez sentiram que aquele podia ser o caminho que os conduz ao sonho? E ao mesmo tempo sentiram que esse mesmo caminho estava simplesmente errado? Quer dizer, estava lá tudo, as pedras à beira da estrada, as àrvores em redor, o cheio a rosmaninho, a casa e a sua chaminé ao fundo da estrada. E no entanto...algo não estava certo.

O que é esse algo que nos atira de um lado para o outro como se fossemos bolas de borracha e o nosso cérebro uma massa amorfa? O que é esse algo que nos faz sentir tristes e indiferentes ao mesmo tempo?O que é esse algo que nos abre outras mil estradas para começarmos mais uma vez o nosso trajecto?


Mas será que temos mesmo dúvidas?Será que não sabiamos a resposta desde o inicio, e mesmo assim insistimos em obtê-la?E quando a ouvimos e é o que esperamos, continuamos a escrutiná-la, a espreme-la como se quisessemos que dali saisse algo que não esperávamos? Ser surpreendidos...


O que é a vida se não a constante busca da surpresa? Mas não será bom ter tudo bem definido? Não será bom ter planos?

Ai essas duvizas que assolam estes dias....E no entanto...

O amanhã está à porta.

Adeus, até lá.

Saturday, August 16, 2008

Portas



Já alguma vez desejaram ter o poder de ir onde quisessem? Uma chave que abre todas as portas (e que nos transporta no espaço)....Esta é mais uma série que nos faz passar horas em frente ao ecrã...The Lost Room não nos apresenta apenas uma chave que abre todas as portas como também ficamos a conhecer os poderes de vários outros objectos que estariam naquele místico quarto. Uns acreditam que o facto de reunirem todos os objectos os irá aproximar de Deus. Outros pensam que os objectos resultam de uma disrupção do universo. Uns querem possui-los, outros destrui-los.

Às vezes achamo-nos com poder para fazer tudo, outras vezes assola-nos a solidão e parece que não vamos sair dali. A maior parte do tempo contudo, andamos à deriva por este universo que se nos apresenta.

Uns dizem que tudo está destinado, outros que somos nós quem faz o nosso destino.

Se não há portas há nossa volta, será que estamos tramados? A verdade é que podemos construir as nossas próprias portas...A decisão de as atravessar é por vezes difícil, mas depois de o fazermos só dois sentimentos são possíveis. Ou nos sentimos bem, ou nos sentimos mal. Pode demorar saber o que sentimos, mas o universo acaba sempre por se ordenar.

Há quem diga que o universo está em expansão. Há quem diga que existe um equilibrio no universo.

Eu tenho dificuldade em formar opinião sobre o assunto, mas também não me interessa particularmente o tema.

Vou andando à deriva. Mas uma deriva pacifica.

Se não sabes para onde ir, vai para onde te encontras em Paz.

Um abraço, um beijinho

Até mais

Wednesday, July 16, 2008

Toma uma atitude

Andar ao sabor da maré, com os braços e as pernas imóveis.
Eis que algo acontece. Toma uma atitude. Mostra o que sabes.
O que esconderão tais palavras? O que será preciso fazer?
Começar a nadar no sentido contrário? Toma uma atitude.
Se começas a nadar no sentido contrário poderás ser considerado forte.
Os outros olharão para ti com [res,des]peito, ou pelo menos é esse o 1º pensamento.
Está na hora, toma uma atitude. Estás inerte, de olhos fechados. Ris-te do que fazes porque te sentes inseguro. Toma uma atitude. Inscreves-te num curso de filosofia, ou metafísica ou expressão oral. Estranha combinação. Toma uma atitude. Ouves falar, dás uns palpites. Pensas que estás a ser engraçado. Será mesmo? Toma uma atitude.
A ignorância é a pior virtude. Está na hora de abrir os olhos. Toma uma atitude.
Partem-te o vidro do carro porque vêem o suporte do gps, e por acaso até o levam.Toma uma atitude. Deixas-te levar por algumas comodidades. A aprendizagem toma um rumo estranho. Tentas perceber aquilo que te consegues lembrar. Como é que isso se faz? Toma uma atitude. Olhas à tua volta, delicias-te com sorrisos. Sorris de volta. Olhares curiosos, saudações rotineiras e inspiradoras. Tornas-te um sonhador. Toma uma atitude, Acorda. Inscreves-te em várias actividades, para ter todos os dias ocupados. Pára. O que ficou para trás? Será que interessa? Porquê este rumo? Para onde vais? Vais continuar ao sabor da maré?

Toma uma atitude! Qual é? Não sei, mas será que o tempo me vai dizer?

Após uns meses, por aqui fica uma pequena atitude neste mundo bloguista.

A quem ler, os meus cumprimentos. Querem comentar? Não há nada a dizer. Dificil de ler? Será que não estão a pensar em nada?

Sou um cego com ouvidos a querer ler o que falam os vossos pensamentos.

Monday, January 28, 2008

Um presente por convite...

Boa tarde, boa noite ou mesmo bom dia, consoante o sitio do planeta onde estiverem a ler esta mensagem.

Por feliz acaso ou talvez pela sede de querer aceder e beber e provar um pouco de tudo (dentro de alguns limites impostos pela consciência, pela educação, pela sociedade ) ou secalhar mesmo porque na verdade tudo o que nos acontece é da nossa co-autoria, deparo-me com o TED.

Já nem sei porquê, mas talvez por querer relembrar uma notícia, ou porque algo me despertou a atenção naquela primeira página, decidi folhear o destak que estava em cima da mesa na sala de jantar, e não é que encontro um convite para um site? Um site , um sitio, um portal ou um nome para uma fonte de informação interessante e enriquecedora, comovente e inspiradora.

Comecei por ouvir o colunista de tecnologia do New York Times David Plogue, a fazer algumas criticas cantadas à sociedade tecnológica dominada pela Microsoft. Ouvi o Daniel Goleman a dar uma palestra sobre compaixão e terminei (por agora) com o fantástico Raul Midon cujo trabalho e história de vida não conhecia mas que fiquei com enorme vontade de conhecer.
Presenteio-vos com isto, e lembrem-se...Todos os presentes são gratuitos, até porque foram vocês que escolheram vir até aqui :-).




Beijos, Abraços, Cumprimentos

a vós cibernautas do desconhecido que vos é inerente,


Diogo

Wednesday, October 03, 2007

Verticalidade

Um dos valores a que eu mais me agarro é a verticalidade...

No entanto, por vezes vêmo-nos no meio de boatos, de intrigas, de confusões. E paramos.

Uma pessoa vertical para mim é uma pessoa honesta, que quando precisa de dizer algo diz. É uma pessoa coerente nas suas palavras e acções. Quantas vezes isso é difícil e acabamos por não ser como gostávamos...

Observamos as pessoas que nos rodeiam, e por vezes esquecemo-nos de nós mesmos...

Torna-se difícil compreender atitudes intriguistas...Atitudes sim, porque não acredito que as pessoas o sejam por natureza, por mais que às vezes possa parecer...

As causas para isso serão talvez o estar magoado(a), o sentir-se pequeno(a).... No entanto o seu efeito pode ser devastador, e sempre que temos sentimentos e pensamentos menos saudáveis deviamos parar um pouco, talvez até desabafar com alguém de confiança....mas não atirar a culpa para cima de outros.

Pessoalmente, já o fiz. Como resposta instantânea atirei a culpa para cima de outrém....Não me lembro de um momento em concreto, mas o facto de ter acontecido faz-me pensar para não voltar a acontecer...

Muitas vezes queixamo-nos da nossa situação actual, mesmo sabendo que não estamos assim tão mal....Em alturas de stress torna-se dificil ponderar as acções e reacções, mas no entanto, acho que depois de um dia de stress devemos parar e reflectir sobre o que fizémos e deixámos de fazer. Esta avaliação interior diária poderá tornar-nos mais fortes, mas não devemos fecharmo-nos em nós mesmos, ou acabamos por nos convencer que a "nossa verdade" é que é a correcta, quando por vezes não é bem assim.

Falar com as pessoas quando algo nos mói é para mim a solução. Por mais que elas possam desmentir ou mentir, acredito que mais tarde ou mais cedo, com esta nossa atitude, essa outra pessoa vai acabar por se abrir e por confiar.

Não gosto de ouvir cada um "puxar a brasa à sua sardinha", da maneira que muitas vezes os políticos o fazem. Ou seja : "Aquele(a) fala muito, mas é muito pior" ou "No passado fizeste isto e aquilo, e agora tens o descaramento de me criticar" .

Estas duas expressões que se assemelham a tantas outras são tipicas expressões intriguistas.

Se ele fala muito mas é muito pior, porque não tentar aproximar-me dele? Se ela faz isto e aquilo, e depois ainda critica, porque não conversamos os dois de uma vez por todas sobre o que achamos um do outro?

É claro que nem sempre é assim tão simples aproximarmo-nos da outra pessoa porque as barreiras são muitas e de vários tipos. No entanto a verdade é que não há barreiras intransponiveis.

Peço desculpa pela extensão do texto, e peço também desculpa a todos aqueles que me aturaram em momentos de stress, a todos aqueles que já me ouviram respostas tortas, e a todos que já alguma vez se possam ter sentido mal por minha causa.

Pode ser difícil arrependermo-nos daquilo que fazemos e ainda mais difícil corrigirmos.

A verdade é que, em tudo, devemos ter o discernimento certo para agirmos sem arrependimentos.

O grande dilema desta vida é saber o certo, mas para isso temo-nos uns aos outros.

Até mais ver ...